terça-feira, 28 de julho de 2009

Entrevista com Rafinha da NICK LERA!




A banda Nick Lera é um trio originário de Espumoso/RS, formada pelos irmãos Rafael (vocal e baixo) e Mateus Spada (bateria) e Fernando K.B. Lera (guitarra).
A banda é influenciada por vertentes clássicas do Rock, representada por grupos que se destacaram nos anos 60,70,80 e por outros grupos que atualmente prezam pela energia deste estilo de música.
A Nick Lera vem tendo uma grande aceitação do público. Em abril deste ano, 2009, a banda deu um passo decisivo em sua história lançando seu primeiro CD.
Abaixo você confere uma entrevista sedida por Rafael Spada, Vocalista e baixista da Banda.






ENTREVISTA:




Sul Rock: Como surgiu e o que originou o nome da Banda?



Rafael: Por alguma razão inexplicável o Mateus sugeriu este nome logo que começamos os primeiros ensaios. Mais tarde, pesquisando na internet descobrimos que Nick Lera é o nome de um cinegrafista inglês que cobriu jornalisticamente fatos importantes como a guerra do Vietnã e o comunismo na Polônia. Hoje ele se dedica a produzir imagens em DVDs de locomotivas a vapor. Ele viaja o mundo perseguindo estes trens cada vez mais raros. A letra da música número um do CD é baseada na história desse cara.





Sul Rock: A Banda lançou em abril deste ano seu primeiro CD, com 11 faixas. Como foi a produção do primeiro CD?

Rafael: Foi suada (risos). Começamos este projeto em meados de 2008. Selecionamos algumas das dezenas de composições, terminamos os arranjos e ensaiamos. Depois fechamos contrato com o Estúdio D em Passo Fundo e fizemos parceria com o produtor Rodrigo Chaise. Na seqüência vem o processo de escolha dos instrumentos, timbres, participações e as sessões de gravação, que são cansativas. Depois de gravado e editado, os arquivos digitais foram enviados a Porto Alegre, onde foram realizadas a mixagem e masterização. Este trabalho foi da Casa Elétrica, estúdio de Vinícius Tonello, que já trabalhou com muitos artistas gaúchos, principalmente na Acit e Orbit Music. Enquanto isso, já trabalhávamos na concepção visual do disco, com fotos do jornalista e músico João Vicente Ribas e arte do designer Gustavo Rintzel. E não para por aí. Depois o material todo vai pra Manaus onde é prensado pela Microservice...ufa...é isso. E ainda passou por Santa Catarina, onde a Sttilo Assessoria Fonográfica organiza a parte legal e burocrática deste processo. Depois é só fazer o lançamento, divulgar, distribuir...

Sul Rock: O primeiro CD teve participações especiais, entre elas, se destaca a presença de Luís Henrique “Tchê” Gomes, da clássica banda gaúcha “TNT”. O que significou para a banda, ter em seu primeiro disco, a participação desse grande nome do Rock gaúcho?


Rafael: O TNT é uma das influências da banda. Escutávamos os caras desde a adolescência. Poder estar em contato hoje com estes e outros artistas, principalmente da cena gaúcha, é uma satisfação pra gente. O Tchê gravou pra gente o pedal steel (conhecido popularmente como guitarra havaiana) de O que eu Posso Fazer, o que deu um brilho especial na faixa, que tem uma pegada folk. Vale registrar também os teclados de Derek Koplin que é bacharel em Piano, um grande músico e amigo.

Sul Rock: Hoje em dia existem vários meios de se divulgar uma banda pela internet. Até que ponto você acha que a internet pode ajudar uma banda? Você é contra ou a favor dos downloads gratuitos de músicas pela internet?

Rafael: Acho que o advento da internet é mais positivo que negativo. Você encontra informações e material da Nick Lera nos mais diversos sites. Já ficamos entre as bandas mais acessadas do Palco MP3, por exemplo, que tem cerca de 20 mil artistas. O lado ruim é que ficou muito difícil vender CDs, mesmo a preços acessíveis. Mas é interessante saber que pessoas estão escutando a banda em Belo Horizonte, por exemplo. O desafio é fazer isso reverter de forma construtiva de fato pra banda. Ou seja, como vender música pra este ouvinte distante? Ou como fazer um show em Minas Gerais? Para a banda crescer não basta as pessoas saberem de sua existência, mas que isso retorne e você possa investir mais em viagens, material, equipamento. Hoje, todas as músicas do primeiro CD da Nick Lera estão disponíveis para download gratuito. Quem compra o CD é por realmente gostar deste formato e da banda. Particularmente eu costumo comprar CDs ou vinis de artistas que eu realmente gosto. Não são só as músicas, mas o papel, as fotos, a boa qualidade do áudio, as informações técnicas, as letras. Enfim, é a obra de arte integral, e não apenas arquivos soltos numa pasta de computador. Esta é a grande diferença. A Internet é uma ferramenta fantástica, uso ela diariamente. No entanto parece que a rapaziada tem acesso a muita coisa e não está se aprofundando em nada.

Sul Rock: Onde os fãs da NICK LERA encontram o CD para venda?

Rafael: Em Passo Fundo na Epidhemya Converse All Star e na Fiore. Também nos shows ou entrando em contato pela Internet. Não estamos trabalhando com nenhuma distribuidora.

Sul Rock: Finalizando, como você vê a cena Rock do Rio Grande do Sul hoje em dia?

Rafael: O rock não está na moda. Mas faz 30 anos que é assim. Já tivemos momentos melhores, mas existem muitas novas bandas no sul, no Brasil e no mundo. Na internet você vai conhecer coisas fantásticas se souber procurar. As mais famosas da nova geração pós Oasis são Strokes, Fratellis, Franz Ferdinand, Little Joy, MGMT, Kings Of Leon, The Raconteurs, White Stripes. No sul temos Efervescentes, Identidade, Pública, Locomotores, Dinartes. Desde que comecei o público dos shows de rock ficou selecionado, mas os lugares pra tocar se proliferaram, fruto da segmentação da noite. Hoje cidades muito pequenas têm dois, três Pubs onde bandas de rock tocam. E isso está em todo o lugar. Uma vez eram só clubes, com festas uma vês por mês. Já o pub abre toda a semana, às vezes vários dias por semana. O negócio é ter contatos bons, ou ter alguém que pode fazer isso por você.



Links da NICK LERA:

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Fone: (54) 9941-7763

terça-feira, 21 de julho de 2009

Entrevista com Borges da banda ROCKFORT

"As pedras agora rolam por um rock cheio de ilusão. Cansados de um delírio com razão, a Rockfort aparece em agosto de 2006 trazendo desafios, um rock sujo de garras vindo parar no preto da caixa de som. Eles não são apenas aqueles roqueiros que seguem a estrada sem direção, sem destino algum. São roqueiros que buscam a inspiração nos becos escuros, nos muros pichados de abstração. A banda que é formada por três amigos transforma o pesado em mão rápida e as pancadas da bateria em ritmos, com eles o rock não precisa ser fraco.A Rockfort é de calça rasgada, cabelo grande. É a essência da música que se transforma.Roqueiros que mendigam por um espaço e acabam sem pedaço, são apenas roqueiros escondidos de All Star gasto com fitas cassete e velhos ruídos.Roqueiros novos são apenas esperança de quebrar solos e vocal."
Esta semana "Sul Rock" conversou com Borges, baixista, da banda gaúcha de Palmeiras das Missões, ROCKFORT.

Como surgiu a Rockfort?


"A Rockfort é a união de algumas bandas da cidade (Palmeira das Missões), como tocávamos em outras e bebíamos muito, os outros integrantes tocaram nós das nossas antigas bandas, no inicio era Borges no baixo, Toré na guitarra e Fabio na bateria, ele não faz mais parte, hoje integra a Rockfort na bateria, Rauter. Estamos na estrada desde a metade de 2006 e com a nova formação, desde setembro de 2008."



Quais as principais influências?

"Cada integrante possui suas influências, do indie rock ao thrash metal, mas sabemos dosar na Rockfort nossas influências, para que fique coerente as músicas."


A Banda está lançando um EP, produzido por Duda Calvin. Qual o significado que tem pra vocês ter o EP da Banda produzido por um dos grandes nomes do Rock Gaúcho?
"Sem levar em conta que dos 13 anos até agora somos fãs da tequila baby e sendo Duda Calvin um dos grandes ícones do punk rock, pra nós foi afoder, principalmente por conhecer o cara que formou uma das bandas base da influência da Rockfort, e o mais importante a amizade que fomos conquistando, abrindo alguns shows dos caras, fazendo muita festa e a visibilidade que tivemos foi muito boa."


No meio musical, mais precisamente no gênero "Rock", o Rio Grande do Sul sempre foi bem visto por ter uma grande valorização das suas bandas locais, é considerado um mercado auto-sustentável, ou seja, as bandas do Rio Grande não precisam ir para o eixo Rio-São Paulo para fazer sucesso. Hoje em dia, como você analisa o cenário do Rock Gaúcho? Na sua opinião, as bandas tem o apoio que precisam pra fazer sucesso por aqui? Se não, o que poderíamos fazer pra melhorar a situação?


"Não. O Estado passa por baixos e altos em relação ao público ir a shows, hoje com a comodidade da internet, em algumas cidades a violência acomoda as pessoas em suas casas, elas deixam de ir a bons shows. Esperamos que essa comodidade das pessoas passe logo, pois queremos é ver as pessoas se divertindo nos shows, como fazíamos quando tínhamos 12, 13 anos. E também o apoio local, rádios e jornais é bem complicado, bom que temos amigos que sempre ajudam a divulgar a banda. Os meios de comunicação preferem dar destaque aos artistas de fora do que os bons talentos que existem nas cidades do sul. O Rock Gaúcho sempre apresentou ótimas bandas para todo o Brasil, mostrando que aqui é a terra do rock, mas a decadência de público preocupa muito as bandas últimamente, bom que temos blogs, rádios e muita gente disposta a levar as novidades do rock gaúcho para todos."

ROCKFORT:

Contatos:

-> (51) 8462-3739 c/Flora dutra

-> (55) 9115-7338

E-mail: rockfort@bol.com.br

domingo, 19 de julho de 2009

O "Pop, Rock esculhambado" dos Azeitonas!


A banda "Os Azeitonas" foi criada em 28 de agosto de 2006, em Carazinho-RS, há quase 3 anos a banda vem abalando os ouvidos dos vizinhos com o intuito de faer cover de Mamonas Assassinas.
Aldrin, André, Clayton, Rafael e Robson brincam como podem, ao mesmo tempo divertem o público. Nem nome certo ganharam ainda, batizaram de um jeito, outros mudaram, erraram e assim foi indo. Agora tentam reformular o E = mc² procurando um espaço para mostrar seus trabalhos, possuíndo 3 músicas gravadas. Tendo em mente algo bizarro sendo trabalhado, sobreviveram ao pedregulho. Mas sobre tudo e todos, nunca embaixo senão a coisa fica suspeita, a azeitona é o fruto das oliveiras, e os Azeitões dos seus pais, seres humanos que são providos do polegar opositor. Já as azeitonas da árvore predominantemente mediterrânica e que pode chegar até aos mil anos de longevidade.
É tentando "reformular o E=mc²" que Os Azeitonas vem fazendo desde 2006 seu "pop, rock esculhambado", influênciado pela marcante banda da década de 90 "Mamonas Assassinas", divertir seus fãs.
Os Azeitonas requebram com:
-> Aldrin - Guitarra/Vocal
-> André - Teclado
-> Clayton - Guitarra
-> Rafael - Baixo
-> Robson - Bateria
Links dos Azeitnas:
Os Azeitonas no Faustão:

video

Clique aqui e vote na banda!

Contato:

-> André de Pádua: (54) 9178-2890

-> Aldrin Keyser: (54) 8112-8063

sábado, 18 de julho de 2009

Sul Rock Blog de cara nova!

A partir de hoje o blog destino as bandas de rock do sul do Brasil tem um novo logotipo, figura abaixo.








Envie o material da sua banda, do seu evento, para:



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segunda-feira, 13 de julho de 2009

Dia 13 de Julho, DIA MUNDIAL DO ROCK!



Hoje, dia 13 de julho, é o Dia Mundial do Rock.



Você sabe desde quando se comemora esta data?



Desde 1985. Foi no Live Aid - festival pelo fim da fome na Etiópia - que o dia 13 de julho ficou conhecido como o dia mundial do rock.




O Live Aid foi um festival que aconteceu simultaneamente na Filadélfia (EUA) e em Londres (Inglaterra) e trouxe nomes como Black Sabbath (com Ozzy), Status Quo, INXS, Loudness, Mick Jagger, David Bowie, Dire Straits, Queen, Judas Priest, Bob Dylan, Duran Duran, Santana, The Who e Phil Collins entre muitos outros. Aliás, Phil Collins abriu o show nos EUA e na sequência, voou para Londres para fechar o festival.


Outros festivais com essa mesma consciência social ocorreram na década de 80 como o U.S.A. For Africa, Live Aid, Farm Aid, Hear 'n' Aid, Artists Against Apartheid e o Amnesty International, reunindo sempre grandes nomes do mundo pop e rock. O Live Aid talvez tenha ficado mais famoso, e não é pra menos, arrecadou mais de 60 milhões de dólares que foram doados em prol dos famintos na África.







Vida longa ao Rock and Roll!!!






Led Zeppelin - Live Aid - 1985

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sábado, 11 de julho de 2009

Banda Juliett Rose! "Incorporando o Amor e o Ódio"


"Do amor ao ódio, do medo à liberdade nada parece ou transparece ao tentar sentir o prazer de uma brisa, na qual acaba te levando ao abismo de nunca ser você, e permanece a emoção com toda mudança que liberta suas profundas constantes e as torna fato irrefutável: não há cor que você não deixará de enxergar enquanto seu perdão estiver enterrado junto à seu coração! Uma verdade, uma saída, incorpore todo o amor e todo o ódio."
Estas palavras definem o som da mais nova banda de rock carazinhense, JULIETT ROSE, letras profundas somadas a um instrumental bem trabalhado e um vocal penetrante. A banda foi formada no início de 2009, está no fim das gravações do EP intitulado "Incorporando o Amor e o Ódio", contando com 5 músicas, produzido por Márcio Paviani (Studio SX). Em breve a banda começará as gravações do videoclipe de "Inevitável".
Juliett Rose é:
-> Jean Luc Sossmeier - Vocal
-> Wagner S. - Guitarra
-> André Bolesina - Baixo
-> J.A Pauletto - Bateria
+ da banda:
Video Juliett Rose no Faustão:

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Contato (54) 9987-9500 - Airton Sossmeier - Empresário Juliett Rose

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sexta-feira, 10 de julho de 2009

Vem aí o 3° Carazinho Rock City!


Em 13 de dezembro de 2003 foi criado o programa "Mometo Rock", Rádio 106 FM, junto com o programa surgiu o bloco "Carazinho Rock City", dando destaque as bandas de Carazinho-RS. Após 1 ano de sua criação nasceu um grande evento, com a participação de 9 bandas locais, transmitido ao vivo pela rádio 106,3 FM. A segunda edição do Carazinho Rock City foi realizada em setembro de 2006.
Quase 3 anos após a sua última edição um dos maiores eventos de Carazinho está de volta!
Vem aí o 3° CARAZINHO ROCK CITY!
O 3° Carazinho Rock City será realizado dia 1° de agosto, no Clube Caixeral, a partir das 21 horas, com a participação das seguintes bandas:
No intervalo das bandas tem Alison Drey tocando as clássicas dos 6 anos do programa Momento Rock.
Ingressos antecipados, com as bandas, R$ 5,00.
3° Carazinho Rock City dia 1° de agosto no Clube Caixeral, a partir das 21 horas!
Promoção: Momento Rock & Rádio 106,3 FM
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sexta-feira, 3 de julho de 2009

6° RS Metal traz a Porto Alegre,KRISIUN, AMADUSCIAS e DISTRAUGHT !!!

6° RS METAL

Um dos festivais mais consagrados do Rio Grande do Sul, traz a Porto Alegre, dia 9 de agosto no Opinião, KRISIUN, a banda brasileira que mais faz show no exterior, no show do novo disco “SOUTHERN STORM”.
O Festival terá também as bandas AMADUSCIAS e DISTRAUGHT.

Haverá excursão saindo de Passo Fundo-RS,
informações com Carol: (54) 9904-6103.


O EVENTO:

20:00 horas: Abertura das portas;
20:00 – 20:30: DJ Jorge Krening (Roadie Crew);
20:30 – 21:00: AMADUSCIAS;
21:00 – 21:15: DJ Márcio Jamerson (A Place);
21:15 – 21:45: DISTRAUGHT;
21:45 – 22:00: Jorge Krening (Roadie Crew);
22:15 horas: KRISIUN.
BANDAS:
KRISIUN:
AMADUSCIAS:
DISTRAUGHT:
APOIO:
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